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Festas e Rodeios

Oddly satisfying: especialistas explicam por que ver objetos sendo esmagados é tão prazeroso

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Reação no cérebro é parecida com a causada por vídeos de ASMR e por brinquedos sensoriais como spinner e pop it, que estimulam a concentração através do toque, visão e audição. Ahmed Tafzi aparece no Guinness por esmagar com a cabeça 43 melancias em 60 segundos
Guinness World Records/Divulgação
Brinquedos alinhados sob as rodas de um carro e sendo esmagados, alimentos colocados debaixo de instrumentos de pressão para serem destruídos, velas sendo pisadas… basicamente qualquer coisa sendo esmagada. Vídeos com o chamado “crushing” (“esmagamento”, em português) fazem sucesso nas redes sociais e no YouTube, com milhões de visualizações.
Podem ser desde aqueles com produções mais grandiosas em que utilizam prensa ou triturador industrial, até outros que usam carros ou um sapato para esmagar as coisas. O importante é que uma vez que o vídeo seja publicado, é só esperar pelos cliques, porque eles virão.
‘Pop it’: Conheça o brinquedo que virou febre entre as crianças; saiba os benefícios e restrições
Hand spinner: só para crianças?
Franco Martins, médico especialista em medicina do sono, explica que o sucesso destes vídeos pode ser comparado com o de conteúdos de ASMR (Resposta Sensorial Autônoma do Meridiano, em inglês). O efeito no cérebro pode ser parecido.
“Podemos enquadrar estes vídeos dentro da resposta do sistema nervoso e de certa forma até psicológica em gerar algum tipo de satisfação para quem está assistindo”, diz o Dr. Martins.
Segundo ele, isso tem relação com o estímulo sensorial que os vídeos acarretam. “Esses conteúdos estimulam a concentração através da visão e, algumas vezes, da audição. A pessoa fica tão concentrada no que está vendo que se distai”, explica.
O neurologista Ricardo Matsugo concorda. “O que imagino que aconteça é que as pessoas ficam tão concentradas no que estão vendo que esquecem das outras coisas, como os problemas do dia a dia e as preocupações da rotina”.
Conteúdos como estes receberam recentemente uma definição em inglês: “oddly satisfying”, algo como estranhamente satisfatório em português. A satisfação, segundo ele, vem da redução do estresse ou ansiedade que as cenas de esmagamento causam no cérebro.
“Elas levem a uma redução da ansiedade pelo caráter de previsibilidade. A pessoa, internamente, faz uma projeção do que vai acontecer ao ver um pneu que está próximo de esmagar brinquedos, por exemplo. E tem a sensação de satisfação de ouvir o barulho disso acontecendo”, detalha.
O mineiro Kaique Oliveira, de 27 anos, é estudante de educação física e consumidor de vídeo de crushing nas horas vagas. Para ele, assistir os vídeos depois de um dia de trabalho e estudos é relaxante.
“Me sinto tranquilo quando vejo esses vídeos. Parece que já sei o que vai acontecer. Sempre vejo antes de dormir porque sei que vai acalmar minha mente.”
Assistir este tipo de vídeo nas redes sociais já virou rotina para o jovem. “Acho que é como qualquer outro conteúdo. Tem gente que relaxa vendo clipe de música ou acompanhando canal de crítica de filmes. Tem gente que lê. Eu gosto de ver esses vídeos”.
Sucesso entre as crianças
Há um segmento de vídeos de crushing na internet direcionado especialmente a crianças. Alguns canais que reúnem milhões de visualizações em vídeos que mostram brinquedos e comidas sendo esmagadas.
Para o Dr. Matsugo, o sucesso é semelhante com o observado em elementos como a geleca (ou slime), hand spinner e mais recentemente o pop it, que também se popularizou entre crianças. “São atividades que demandam concentração, mesmo que mínima, através do tato. No caso dos vídeos, a visão e audição devem cumprir este papel sensorial”.
Com os vídeos de crushing, no entanto, o especialista diz que não dá para saber se o efeito nas crianças é o mesmo observado por Kaique.
“É difícil entender como as crianças absorvem esses vídeos. Essa geração que cresce com a tecnologia tende a consumir muito conteúdo sobre determinado assunto e depois muda para o próximo assunto do momento. Talvez achem relaxante, mas pode ser só por uma distração mais superficial também. É difícil saber.”
Conheça o ‘pop it’, brinquedo popular entre as crianças
Efeitos adversos
Apesar do efeito satisfação e relaxamento obtidos através dos vídeos, os especialistas alertam que eles não neutralizam a necessidade de acompanhamento especializado.
“Se uma pessoa está com crise de ansiedade ou tem um quadro do transtorno, precisa ser acompanhada por um psicólogo. O vídeo pode ajudar a relaxar no final de um dia, como qualquer outro hobby, mas é um profissional preparado para lidar com o distúrbio que vai ajudar de verdade”, explica o Dr. Matsugo.
Outro cuidado necessário citado pelo Dr. Franco Martins é referente ao consumo de vídeos de crushing por pessoas com Transtorno do Espectro Autista ou doenças neurológicas que possuem maior sensibilidade sensorial.
Para algumas dessas pessoas, o efeito relaxante do vídeo pode não acontecer, podendo, inclusive, ter o resultado contrário. Segundo ele, o conteúdo pode acarretar angústia, ansiedade e frustração caso a projeção interna do espectador não se concretize. Por exemplo, se a pessoa espera que o brinquedo seja destruído e isso não acontece.
“A reação que cada pessoa vai ter é muito variável. Pode ser desde uma decepção ou frustração, e pode desencadear a liberação de adrenalina, cortisol (corticoide produzido em reação ao estresse), substâncias que estão associadas a pior qualidade do sono”, diz o médico. Ele explica que uma noite de sono mal dormida pode interferir na saúde mental.
No entanto, Martins diz que os vídeos por si só não são prejudiciais mesmo para pessoas com maior sensibilidade sensorial.
Segundo ele, é que preciso que, nos casos necessários, a pessoa seja submetida a acompanhamento psicológico. Esse procedimento é comum a quem possui o diagnóstico de autismo ou doença neurológica.

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‘Quase uma árvore de Natal!’ Milton Cunha abre o armário, vai na Saara e mostra como ter uma ‘noite iluminada’ no Rock in Rio

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Apresentador vasculhou o guarda-roupa e juntou com compras no comércio popular no Centro. ‘O que é tão ou mais divertido que a festa? Escolher a roupa, o modelito, lookinho.’ Milton Cunha abre o armário e mostra como ter uma ‘noite iluminada’ no Rock in Rio
Acostumado a brilhar no carnaval, o apresentador Milton Cunha mostrou que também é possível ter uma noite iluminada no Rock in Rio. No quadro “Rock in Milton é babado!”, ele abriu seu armário para o g1 e deu dicas de como causar na Cidade do Rock (veja no vídeo acima).
“O que é tão ou mais divertido que a festa? Escolher a roupa, o modelito, lookinho! Abre armário, puxa tudo e tenta montar o look”, diz Milton.
ROCK IN MILTON É BABADO!:
Milton Cunha desbrava a Cidade do Rock e encontra até grupo de ‘gladiadores’
Milton Cunha testa a montanha-russa do Rock in Rio: ‘Já nasci doido sem rodar nisso, imagina o alucinado que eu vou ficar?’
Milton Cunha acompanha passagem de som de artistas
Em seu apartamento, Milton teve dificuldade de escolher, em meio a um guarda-roupa com tantas cores, um terninho preto — modelito mais rock n’ roll! Mas encontrou o ideal: claro, cheio de pedras brilhantes.
“Eu quero brilho, quero luz!”
Milton trocou a calça do terno por um shortinho “todo de renda esburacado, bem fresquinho”. Vestiu uma camisa oficial Rock in Rio 40 anos, com um boot preto e um colar “para segurar as luzes”.
Na Saara, tradicional comércio popular no Centro do Rio, com R$ 350 comprou pequenas lâmpadas, pilha e procurou por uma meião de futebol listrado “se possível de cores cítricas”. Acabou optando por uma meia arrastão: “Achei [o meião] masculino demais”, brincou.
Por fim, vestiu o modelito, todo iluminado e foi para a Cidade do Rock onde gravou o quadro para o RJ1.
“Praticamente uma árvore de Natal! Baratíssimo, meu condomínio todo atrasado e eu vou ganhar o meu salário!”
Milton Cunha iluminado na sala de imprensa da Cidade do Rock
g1 Rio

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Rock In Rio: Unindo tecno ao carimbó, Gang do Eletro e Suraras do Tapajós prometem agitar festival

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As atrações paraenses se apresentam no próximo sábado, dia 21 de setembro, no espaço Global Village Gang do Eletro e Suraras do Tapajós se apresentam no Rock In Rio 2024
Reprodução/Redes Sociais
Uma apresentação inédita de ritmos da periferia paraense está prestes a fazer história no Rock in Rio 2024. No próximo sábado (21), a Gang do Eletro e as Suraras do Tapajós se unirão para agitar o espaço Global Village, oferecendo ao público uma mistura entre as sonoridades do eletromelody e as tradições rítmicas da região amazônica.
O espetáculo foi criado especialmente para o festival, com o objetivo de ressaltar a importância de preservar e valorizar as culturas indígenas e periféricas, além de refletir sobre como as raízes culturais influenciam as inovações do futuro.
Gang do Eletro faz sua estreia em um dos maiores festivais de música do mundo
Gang do Eletro
Tatiana Laiun
Em entrevista ao g1 Pará, Keila Gentil, a voz da feminina da Gang do Eletro, compartilhou as expectativas e deu um spoiler de como será a apresentação no Rock in Rio.
De acordo com artista, que possui mais de 20 anos de trabalho musical no Pará, sendo mais de 15 deles só na Gang do Eletro, revelou que essa oportunidade é a realização de um sonho não só deles, mas de vários artistas paraenses.
“Estamos muito felizes por se tratar de uma realização nossa ir lá representar o nosso estado, a nossa cultura, coisa que muitos artistas paraenses gostariam de estar realizando junto com a gente”.
Keila, que é reconhecida por dar voz a obras que contemplam as batidas contagiantes do tecnomelody, que mistura música eletrônica com gêneros regionais, como o brega, o calypso e o carimbó, conta que levar a cultura musical paraense para os palcos do Rock in Rio é uma excelente oportunidade de dar ainda mais visibilidade ao povo paraense.
“Levar essa representação para o palco, o Tecnobrega, a música raiz das aparelhagens, das equipes é incrível e esse é o tema principal do nosso show, junto com as Suraras do Tapajós, que vão levar o carimbó. Isso é não só importante, como uma grande oportunidade de levar a nossa música”.
Apesar de ser a primeira apresentação no RIR, grupo tem carreira nacional e internacional já construída
A artista conta que, apesar de ser a primeira apresentação do grupo nos palcos do Rock in Rio, a Gang do Eletro tem uma carreira sendo construída no mercado nacional e internacional, e relembra alguns dos principais eventos que marcaram o grupo.
“A Gangue do Electro tem história, tem legado. No Brasil, no início, quando a gente ainda estava caminhando por aí, o Tecnobrega não era conhecido, então a gente levou o ritmo, o Electromelody, melhor dizendo, para grandes programas de TV, para novelas das principais redes de televisão do país, além de prêmios, como o do Multishow,. Cantamos também na abertura dos Jogos Olímpicos, então muita coisa grande já foi, muita semente já foi plantada”.
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Gang do Eletro e Suraras do Tapajós
O Liberal / Cristino Martins
Keila afirma que está na expectativa dessa parceria com o grupo de carimbó Suraras do Tapajós, uma vez que trata-se de uma união que reflete o que mais tem de bonito na cultura do Pará.
“As músicas do Gang já estão no dia a dia aqui das aparelhagens do Pará e tem muitas que estão tocando por aí pelo país. A gente espera encontrar um público bom lá e, claro, encontrar o povo do Pará por lá. Então, por mais que tenha uma galera que não saiba, que não conheça e que esteja assistindo pela primeira vez, a gente espera que a nossa galera ajude a puxar o bonde do povo para dançar, para agitar, para endoidar, como a gente fala”.
Grupo de Carimbó Suraras do Tapajós garante a ancestralidade da cultura paraense
Grupo Suraras do Tapajós
divulgação
Considerado o primeiro grupo de carimbó do Oeste do Pará e o único do Brasil composto apenas por mulheres, o Suraras do Tapajós é um grupo musical que tem como objetivo dar voz à cultura dos povos do Baixo Tapajós, no Pará.
Karol Pedrosa, uma das artistas do grupo, conta é uma grande responsabilidade levar aos palcos do Rock in Rio a cultura ancestral amazônica, que retratam a rotina e as histórias dos povos tradicionais.
“Estamos com as melhores expectativas e preparadíssimas para subir no palco do Rock in Rio pela primeira vez. Levamos conosco um pouco de tudo da nossa região amazônica e dividir o palco com a Gang do Eletro, além de um grande desafio ao unir a música ancestral com o ritmo que vem das periferias, será um grande prazer fazer essa conexão do carimbó com o tecno. Um momento único! Um momento histórico!”.
A cantora destaca que o Suraras é um dos poucos grupos que fazem parte das atrações do festival que representam a região amazônica e que, com isso, cabe à elas representar outros artistas do Norte.
“Estamos muito felizes em poder levar nossas vozes, nosso tocar, nossa arte, cultura e tradição como mulheres indígenas, dos beiradões, e das periferias. Vamos aldear o Rock in Rio com a força dos nossos ancestrais e dos nossos encantados”.
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Cyndi Lauper fala da volta ao Brasil: ‘Parecia que todo mundo já tinha cantado no Rock in Rio, menos eu’

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Ao g1, ela explica por que não se cantava em festivais, exalta novas cantoras como Chappell Roan e se surpreende com line-up só de mulheres nesta sexta (20): ‘Achei essa ideia ótima.’ Cyndi Lauper nunca cantou no Rock in Rio, mas essa injustiça será corrigida nesta sexta-feira (20), dia do festival apenas com mulheres no line-up. Ao ser informada pelo g1 sobre isso, ela se empolga: “A irmandade é uma coisa poderosa, baby”.
Em entrevista algumas vezes interrompida pelos latidos de seu cachorro, Cyndi explicou por que não costumava cantar em festivais quando viveu o auge da carreira nos anos 80. São dessa década hits como “Girls Just Want to Have Fun”, “Time After Time”, “She Bop” e “True Colors”, que devem aparecer no setlist.
Ao g1, a cantora novaiorquina de 71 anos também exaltou a força de novas cantoras, como Chappell Roan; e falou rindo sobre a performance recente no festival Glastonbury, quando sofreu com problemas técnicos e foi criticada por isso.
g1 – Em junho, você se apresentou no festival de Glastonbury. Como foi sua experiência? Podemos dizer que o show do Rock in Rio terá uma apresentação parecida?
Cyndi Lauper – Eu vou apresentar um pouco do que fiz no festival, mas não tudo. E pode ter certeza que eu usarei um sistema de som diferente, com certeza… [risos] até para que eu possa me ouvir. Mas no Glastonbury ainda me diverti muito. Eu nunca havia cantado lá ou tocado em festivais. Eu simplesmente não fazia isso quando era mais jovem, mas eu só queria fazer isso antes de… você sabe, bem, antes de não poder mais cantar. Estou animada para fazer isso. Todo mundo conhece o Rock in Rio, porque todo mundo assistiu aos shows na internet ou na TV. Eu sempre quis cantar aí. Parecia que todo mundo já tinha cantado no Rock in Rio, menos eu. E eu fico vendo o line-up, meu Deus, tem Karol G, Ivete Sangalo vai cantar… e depois tem a Katy Perry. É um dia muito bom, nossa, tem a Angélique Kidjo… Amo ela. Você conhece?
g1 – Sim, claro, ela sempre se apresenta nos festivais do Rock in Rio… Esse seu dia é o “Dia Delas”, em todos os palcos só há mulheres. Sabia disso?
Cyndi Lauper – Olha só! Não sabia, mas fico feliz em saber. A irmandade é uma coisa poderosa, baby. Muito poderosa. Eu achei essa ideia ótima.
g1 – Você disse que não teve a chance de tocar em festivais quando era mais jovem. Por quê?
Cyndi Lauper – Bem, acho que meu empresário sempre se preocupou com o fato de quase não existirem passagens de som. Se eu não conseguisse me ouvir, como eu soaria? Mas daí fui ficando mais velha, passei a ter uma boa equipe de som e agora eu consigo me ouvir. Então, você acaba tendo mais confiança em sair por aí para cantar.
Cyndi Lauper em foto do ensaio da capa do álbum ‘She’s so unusual’, de 1983
Divulgação
g1 – O que significava ser feminista quando você começou e o que significa ser feminista hoje?
Cyndi Lauper – Você nunca pode parar. Não tem volta, não tem motivo para olhar pra trás. As liberdades civis são importantes para todas as pessoas. E, como mulher, todas nós pagamos impostos iguais aos homens. As mulheres não recebem uma redução de impostos por não terem os mesmos direitos civis que os homens. Você tem que se defender e votar, e descobrir quem pode te representar e quem vai lutar por você. Eu estou nessa batalha, porque é disso que se trata fazer música. Com a música você pode unir as pessoas e tratar de temas importantes.
g1 – A última vez que conversamos, uns 15 anos atrás, eu perguntei sobre Lady Gaga, e você disse que a amava. E agora eu gostaria de saber o que você acha da Chappel Roan, outra estrela pop incomum. Você gosta dela? O pop é meio cíclico, né?
Cyndi Lauper – Ela é… sim, ela é tão legal. O cabelo, pô. Eu amo tudo isso. Podemos falar sobre a imagem dela, porque ela é uma artista performática. Mas todos os artistas dos anos 80 eram artistas performáticos. Quando fizemos vídeos… eles são arte performática, certo? Então, o visual era muito importante e isso mudou tudo o jeito de fazer música pop. Eu acho que a parte visual e a parte musical dela são cativantes. E eu acho que é ótimo ver uma jovem cantora vibrante como ela.
Novas artistas femininas continuam falando sobre os tempos em que vivemos e como tudo isso as afeta. Esse tipo de artista é muito vital para a nossa civilização, porque é isso que as artes sempre fizeram. Elas sempre registraram os tempos em que vivemos e todos nós queremos promover uma mudança de pensamento. Para que você não tenha que crescer com alguém reprimindo o que você pensa.
VÍDEO: As atrações do “Dia Delas” no Rock in Rio
Rock in Rio 2024: o melhor do dia 20

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