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Calcinha Preta faz homenagem à Paulinha Abelha mudando logotipo da banda

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A cantora morreu no dia 23 de fevereiro, após complicações decorrentes de insuficiência renal. Banda Calcinha Preta muda slogan e acrescenta bordão e abelhinha em homenagem à cantora Paulinha
Reprodução/Instagram
A banda Calcinha Preta homenageou Paulinha Abelha, agregando à marca o desenho de uma abelhinha. A informação foi divulgada nas redes sociais do grupo. A cantora morreu no dia 23 de fevereiro, após complicações decorrentes da insuficiência renal.
Segundo à banda, o gesto representa respeito, amizade, reconhecimento e saudade.
“Paulinha seguirá com a gente, prometemos levá-la a todos os lugares que ela sempre almejou estar e pra sempre amá-la!”, disse o post.
Além da abelhinha, o bordão criado pela artista ‘Como não amar’ será utilizado como slogan da banda.
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Volta aos palcos
Nesta sexta-feira (4), a banda anunciou o retorno aos palcos no dia 11 de março. Não haverá substituto para Paulinha Abelha, o grupo já havia anunciado que seguirá como trio com Daniel Diau, Silvânia Aquino e Bell Oliver.
Bell Oliver, Silvânia Aquino e Daniel Diau
Reprodução/Instagram
O próximo show será no dia 11 de março, em Mata Roma (MA), seguido de Palmares (PE), no dia 12. “Embora estejamos profundamente entristecidos pela perda precoce da querida Paulinha Abelha, o grupo manterá os seus compromissos de trabalho”, disse a nota do escritório responsável pela banda.
Em um vídeo postado nas redes sociais, Bell Oliver sobre a retomada. “Em respeito a vocês estamos passando pra anunciar o horário da nossa volta. Vai ser um dia muito difícil sem a nossa abelhinha, mas eu tenho certeza que vocês vão ser a voz dela junto com a gente”.
Daniel Diau agradeceu o público pela orações e pediu: “A gente vai precisar muito do apoio de vocês”.
O resultado dos exames que devem apontar a causa da morte da cantora Paulinha Abelha ainda não foram divulgados.
Quem foi Paulinha Abelha
Quem é Paulinha Abelha, vocalista da Calcinha Preta
Paulinha Abelha teve uma trajetória de idas e vindas na banda e se consagrou como voz importante do forró eletrônico e ajudou a renovar o ritmo no Calcinha Preta.
Ela foi uma das maiores vozes do forró eletrônico ao cantar na banda por quase 20 anos.
O movimento que renovou o forró com uma roupagem pop há três décadas não seria o mesmo sem o poder de hinos como “Você Não Vale Nada”, “Louca Por Ti” e “Ainda Te amo”. Outro marco foi o refrão “Pauliiinha, me diz o que eu façooo…”
A comoção causada pela versão não autorizada de “WIthout You”, de Mariah Carey, cantada pelo colega Daniel Diau, enquanto Paulinha desfilava com visual de gala e cabelo esvoaçante, mostra como ela era uma artista adorada.
Natural de Simão Dias, em Sergipe, Paula de Menezes Nascimento Leça Viana começou a cantar ainda na infância em bandas do interior do estado. Ela fez parte dos grupos Flor de Mel e Panela de Barro.
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O destaque nacional passou a acontecer quando ela entrou para a Calcinha em 1998 e se tornou umas das principais vozes do grupo.
A história na banda teve idas e vindas, mas começou no final dos anos 90, quando o empresário Gilton Andrade a descobriu.
Paulinha Abelha se apresenta com a Banda Calcinha Preta
Ela teve três passagens pela Calcinha Preta. Entrou em 1998 e ficou por 12 anos, período de maior sucesso do grupo, quando gravou os hits “Você Não Vale Nada”, “Louca Por Ti”, “Ainda Te amo” , “Baby Doll” e “Liga Para Mim”.
Paulinha saiu para tentar projetos com outros integrantes da Calcinha em 2010, mas não teve grande destaque na cena do forró. Ela voltou em 2014, mas ficou só dois anos.
Desde 2018, ela estava à frente da banda com Silvânia Aquino, Bell Oliver e Daniel Diau. Paulinha participou do Podcast g1 ouviu para falar sobre os 30 anos do forró eletrônico; ouça abaixo.
A Calcinha Preta gravou um DVD de 25 anos em fevereiro de 2020 e retornava à rotina de shows após meses sem apresentações por conta da pandemia.
Até a internação de Paulinha no dia 11, o último compromisso do grupo foi a gravação do podcast Podpah, em São Paulo, no dia 8 de fevereiro.
Carta de fã virou música
No meio de tantos sucessos, “Paulinha” é uma das músicas que mais marcam a cantora sergipana.
“Paulinha, me diz o que é que eu faço? Paulinha, por que se casou?”, são versos cantados por Daniel Diau.
A letra é uma carta de um fã logo após a cantora se casar. Ela contou a história no podcast g1 ouviu sobre forró eletrônico.
“Essa música é de 2007, eu era recém-casada. O fã mandou uma carta e o empresário teve essa ideia de fazer uma versão. Na verdade, é paródia, mas a gente chama de versão”, contou Paulinha.
A música é uma versão de “Without You”, da Mariah Carey, seguindo uma tendência forte no forró da época de criar versões brasileiras para hits internacionais.
Além dessa, a Calcinha Preta fez “Como fui me apaixonar”, a partir de “Halo”, da Beyoncé, e “Louca por Ti”, de “Dust in the Wind”, do Kansas.

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Além de Gusttavo Lima, relembre outros sertanejos que tiveram problemas com a Justiça

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Tribunal de Pernambuco decretou prisão do cantor, como parte de investigação de suposto esquema de lavagem de dinheiro. Gusttavo Lima foi ao Rock in Rio neste domingo, antes de mandado de prisão ser expedido
Gusttavo Lima não é o primeiro cantor sertanejo a ter problemas com a Justiça. Nesta segunda-feira (23), o Tribunal de Justiça de Pernambuco decretou sua prisão por suspeita de usar avião para ajudar foragidos.
A defesa de Lima diz que ele é inocente e que a decisão é injusta.
Além dele, outros artistas do gênero já ficaram no alvo das cortes brasileiras, com acusações de dívidas, agressões e até com algumas condenações.
Relembre outros casos abaixo:
Renner (da dupla com Rick)
Rick & Renner
Divulgação / Caio Fernandes
O cantor foi condenado em 2007 a pagar indenização por danos morais e materiais à família de uma das vítimas fatais de um acidente de carro de 2001.
No acidente, o cantor perdeu o controle de seu veículo em uma rodovia em São Paulo, cruzou o canteiro central e bateu de frente com a moto em que estava Luís Antônio Nunes Aceto e Eveline Soares Rossi. Ambos morreram na hora.
Em 2014, ele foi levado a delegacia após dirigir embriagado e bater o carro em outros dois automóveis.
Rick (da dupla com Renner)
A outra metade também enfrentou problemas recentes. Em janeiro de 2023, o Tribunal de Justiça de São Paulo determinou a penhora dos bens de uma residência de Rick em Itu (SP), pelo não pagamento de uma dívida de quase R$ 640 mil.
Victor (da dupla com Léo)
O músico e compositor Victor Chaves retomou a carreira com o irmão Léo
Érico Andrade/g1
No fim de 2019, o cantor Victor Chaves foi condenado em primeira instância por ter agredido a mulher, em Belo Horizonte.
Ele se tornou réu em 2017, depois de ser indiciado pela Polícia Civil de Minas Gerais por vias de fato. Na época da agressão, Poliana Bagatini Chaves estava grávida do segundo filho do casal.
Segundo o boletim de ocorrência, ela disse que foi agredida pelo marido por motivos fúteis. Poliana afirmou que foi jogada no chão e recebeu vários chutes.
Em 2023, ele foi condenado a pagar indenização a um ambulante que trabalhava em uma apresentação da dupla em Belo Horizonte (MG). O vendedor disse que foi xingado e humilhado por Victor e obrigado por seguranças a se retirar do espaço.
Hudson (da dupla com Edson)
Hudson foi preso duas vezes no mesmo dia em 2013 por posse de arma. Na primeira, em flagrante, foi pego com uma pistola 380 e um revólver calibre 38, ambos municiados, dentro do seu carro.
As armas estavam regularizadas, mas o cantor não tinha permissão para carregá-las em vias públicas, segundo a Polícia Civil. Ele pagou R$ 6 mil de fiança e foi solto. Na ocasião, disse que era colecionador e que havia esquecido que as armas estavam no veículo.
Já na noite do mesmo dia, o cantor foi preso novamente depois que PMs encontraram na casa dele uma carabina, munições de uso restrito e maconha.
O sertanejo teve liberdade provisória concedida pela Justiça e poderia deixar a cela da delegacia de Limeira se pagasse uma segunda fiança de R$ 12 mil, mas a prisão preventiva foi decretada e Hudson ficou um dia na penitenciária de Tremembé até receber o direito de responder ao processo em liberdade.
Eduardo Costa
Eduardo Costa em imagem de divulgação
Divulgação
O cantor foi condenado em primeira instância a pagar uma indenização de R$ 70 mil à apresentadora Fernanda Lima por danos morais, em 2023.
Em novembro de 2018, após a exibição do programa “Amor e Sexo” – apresentado por Fernanda -, ele ofendeu Fernanda em suas redes sociais dizendo que ela era “imbecil”, e ela só fazia programa para “maconheiro, bandido, esquerdista derrotado, e para projetos de artista como ela”.
Eduardo também foi condenado ao pagamento das custas e honorários do processo que foram arbitrados em 20% do valor da condenação, ou seja, mais R$ 14 mil.
Léo Magalhães
Cantor sertanejo é obrigado a pagar Ferrari que comprou e não pagou em Goiânia
A Justiça obrigou em 2023 o cantor sertanejo Léo Magalhães a pagar por uma Ferrari comprada em Goiânia. Conforme os documentos do processo, o veículo custou R$ 511 mil, mas o valor não foi pago mesmo após cobranças por parte da loja.
A assessoria do artista disse que ele não quitou os pagamentos porque descobriu que o carro tinha sido envolvido em um acidente. O dono da concessionária diz que o cantor sabia.
Thiago (da dupla com Thaeme)
O cantor Thiago Servo chegou a ser preso em 2016 por uma dívida de R$ 500 mil em pensão alimentícia. Na época, ele já não estava mais na dupla com Thaeme.
Em 2023, no entanto, a Justiça determinou que a criança não era filha de Thiago. Por isso, o cantor entrou com um processo pedindo mais de R$ 1 milhão pago em pensão ao longo dos anos.
No mesmo ano, a Justiça do Mato Grosso do Sul determinou a penhora do prêmio de R$ 1 milhão que o artista ganhou no programa “A grande conquista”, da TV Record. Ele tinha uma dívida de mais de R$ 1,3 milhão com Jamil Name Filho, chefe de uma milícia ligada ao jogo do bicho no estado.

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Um dia nos bastidores da cobertura de shows no Rock in Rio: veja como é feita a crítica de apresentações

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Uma resenha crítica é uma mescla de opinião e informação. No g1, textos desse gênero são escritos por profissionais especializados. Veja como é feita uma crítica de um show durante o Rock in Rio
Você sabe como é feita a crítica de um show? Em festivais como o Rock in Rio, é comum vermos portais de notícia publicando resenhas das apresentações, ou seja, textos que são uma mescla de opinião com informação.
No g1, textos desse gênero são escritos por profissionais especializados. Para entender o processo por trás dessa escrita, veja os passos listados no vídeo acima e nos tópicos a seguir.
Para acessar a área da imprensa, o jornalista apresenta sua credencial e, depois, passa pelo processo de revista
No caso de festivais, existe a Sala de Imprensa, um espaço voltado aos jornalistas. Lá é possível comer, se hidratar e, claro, trabalhar com mais tranquilidade
Na Sala de Imprensa, o jornalista acessa seu computador para checar informações e fazer publicações
As resenhas são escritas no meio do público. Ou seja, o jornalista escreve o texto no próprio celular e, ao finalizar, envia para alguém de sua equipe, que publica o texto
A ideia é ficar atento a tudo. Observar o artista, o público, o setlist, a performance, o som, a interação entre os músicos e a galera, a fluidez do show e por aí vai. É a partir disso que nascem as análises

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Vitor Ramil ergue ‘Mantra concreto’, álbum com 13 músicas criadas a partir de versos do poeta Paulo Leminski

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♫ NOTÍCIA
♪ Vitor Ramil segue em trilho poético no 13º álbum do artista gaúcho nascido em Pelotas (RS), cidade renomeada como Satolep na geografia artística da obra do cantor, compositor e músico. Dois anos após transitar por Avenida Angélica (2022) em álbum lançado com músicas compostas a partir de poemas da conterrânea Angélica Freitas, Ramil apresenta em 10 de outubro o álbum Mantra concreto.
Com produção musical orquestrada pelo próprio Vitor Ramil com Alexandre Fonseca e Edu Martins, o álbum Mantra concreto alinha 13 músicas inéditas compostas por Ramil a partir de poemas do escritor, músico e poeta curitibano Paulo Leminski (24 de agosto de 1944 – 7 de junho de 1989).
Gravado por Lauro Maia, mixado por Moogie Canazio e masterizado de André Dias, o álbum Mantra concreto reúne músicas como Amar você e celebra os 80 anos que Leminski teria completado há um mês.
A ideia do disco surgiu em 2021, durante o isolamento social imposto pela pandemia de covid-19. “Justamente por estar isolado em casa, fui contaminado pela poesia de Paulo Leminski. Certo dia, enquanto lia o poema ‘Sujeito Indireto’, passei a mão no violão e minha imunidade baixou. ‘Quem dera eu achasse um jeito de fazer tudo perfeito’ logo virou canção. Nos dias subsequentes, a cena se repetiu com outros poemas. Em três semanas, treze poemas, treze canções”, recorda Vitor Ramil.
A capa do álbum Mantra concreto foi criada pelo designer Felipe Taborda.
Capa do álbum ‘Mantra concreto’, de Vitor Ramil
Arte de Felipe Taborda

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