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Festas e Rodeios

Joyce Moreno dá asas a ‘Louva-a-Deus’ em ‘Cataventos’, songbook de Hermínio Bello de Carvalho

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Veja a capa, as músicas e os intérpretes do álbum programado para ser lançado 12 de julho. Joyce Moreno canta, em dueto com Alfredo Del Penho, música de Hermínio Bello de Carvalho em parceria com Luís Barcelos e Vidal Assis
Philippe Leon Anastassakis / Divulgação
♪ Música inédita composta por Hermínio Bello de Carvalho em parceria com Luís Barcelos e Vidal Assis, Louva-a-Deus é uma das 12 novidades apresentadas entre as 15 faixas do álbum Cataventos – Musica & Poesia, songbook de Hermínio que o Selo Sesc lança na próxima quarta-feira, 12 de julho, com capa criada por Nilson Bergamini a partir de arte de Mello Menezes.
No disco, gravado com produção musical e arranjo do violonista Lucas Porto, Louva-a-Deus ganha as vozes de Joyce Moreno e Alfredo Del-Penho.
O repertório de Cataventos alinha dois poemas (recitados pela atriz Fernanda Montenegro), 10 músicas inéditas e três registros inéditos de composições já previamente lançadas em disco.
Capa do songbook ‘Cataventos – Musica & Poesia’, de Hermínio Bello de Carvalho
Criação de Nilson Bergamini com arte de Mello Menezes
♪ Eis a lista de 15 músicas do álbum Cataventos – Musica & Poesia com os respectivos compositores, intérpretes e músicos das faixas:
1. Labirinto (Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Fernanda Montenegro
2. Cobras e lagartos (Sueli Costa e Hermínio Bello de Carvalho, 1975)
voz: Maria Bethânia / violão de sete cordas: João Camarero
3. Louva-a-Deus (Vidal Assis, Luis Barcelos e Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Joyce Moreno e Alfredo Del-Penho / Sax alto: Denize Rodrigues e Rui Alvim / Sax tenor: Joana Saraiva e Diego Terra / violão e violão sete cordas: Lucas Porto / cavaquinho: Binha Thomaz / agogô, conga, ganzá, surdo e tamborim: Magno Júlio / conga, pandeiro, repique de anel, tantã e tamborim: Marcus Thadeu / coro: Beatriz Rabello, Marina Íris, Nina Wirtti, Léo Pereira e Marcelo Menezes
4. Pandemônio (Tuninho Galante e Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Pedro Miranda / flauta: Aline Gonçalves / clarinete: Rui Alvim / clarone: Pedro Paes / violão e violão sete cordas: Lucas Porto / cavaquinho: Binha Thomaz / agogô, surdo, reco-reco e tamborim: Magno Júlio / pandeiro, repique de anel e tantã: Marcus Thadeu
5. Foi mal (Gabi Buarque e Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Gabi Buarque / vocal: Joyce Moreno / sax tenor: Denize Rodrigues / piano Itamar Assiere / violão: Lucas Porto / contrabaixo: Pedro Aune / bateria e tamborim: Marcus Thadeu
6. Labaredas (Cartola e Hermínio Bello de Carvalho, 1980)
voz: Ayrton Montarroyos / flauta: Aline Gonçalves / clarinete: Rui Alvim / clarone: Pedro Paes / violão e violão sete cordas: Lucas Porto / cavaquinho: Binha Thomaz / caixa e pandeiro: Marcus Thadeu
7. Dona Felicidade (Vidal Assis e Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Vidal Assis / flauta: Aline Gonçalves / bandolim: Marcílio Lopes / violão e violão de sete cordas: Lucas Porto / cavaquinho: Binha Thomaz / ganzá, surdo e tamborim: Magno Júlio / pandeiro e tantã: Marcus Thadeu
8. Cataventos – A chave do alçapão (Saulo Battesini e Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Giulia Drummond e Hermínio Bello de Carvalho / vocal: Saulo Battesini / acordeom: Kiko Horta / violão: Lucas Porto / contrabaixo: Pedro Aune / coquinho, pandeiro, triângulo e zabumba: Marcus Thadeu
9. Não convém que me traias (Tuninho Galante e Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Marcos Sacramento / trompete: Aquiles Moraes / acordeom: Kiko Horta / guitarra: Pedro Franco / piano: Itamar Assiere / contrabaixo: Pedro Aune / bateria e bongô: Marcus Thadeu / Clave, ganzá e reco-reco: Magno Júlio
10. Só se for agora (Lucas Porto e Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Alaíde Costa / violão: Lucas Porto / piano: Itamar Assiere / contrabaixo: Pedro Aune / bateria: Marcus Thadeu
11. Rastejando (Henrique Annes e Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Zé Renato / flauta: Aline Gonçalves / bandolim: Marcílio Lopes / violão e violão sete cordas: Lucas Porto / cavaquinho: Binha Thomaz / pandeiro: Marcus Thadeu
12. Aos rés do chão (Tuninho Galante e Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Pedro Paulo Malta / trompete: Aquiles Moraes / sax alto: Rui Alvim / sax tenor: Diego Terra / trombone: Everson Moraes / violão e violão de sete cordas: Lucas Porto / cavaquinho: Binha Thomaz / agogô, conga, surdo e tamborim: Magno Júlio / conga, cuíca, ganzá, pandeiro e tantã: Marcus Thadeu / coro: Beatriz Rabello, Marina Íris, Nina Wirtti, Léo Pereira e Marcelo Menezes
13. Trapaças da sorte (Kiko Horta e Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Áurea Martins / acordeom: Kiko Horta / piano: Itamar Assiere / contrabaixo: Pedro Aune / bateria: Marcus Thadeu
14. Valsa da solidão (Paulinho da Viola e Hermínio Bello de Carvalho, 1985)
voz: Paulinho da Viola / piano: Cristovão Bastos / violão de sete cordas: Lucas Porto
15. Enunciação (Vital Lima e Hermínio Bello de Carvalho)
voz: Fernanda Montenegro / voz e violão: Vital Lima / flugelhorn: Aquiles Moraes / moringa: Marcus Thadeu

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Gavin Creel, ator de ‘Hair’ e ‘Alô, Dolly!’, morre dois meses após receber diagnóstico de câncer

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Além da Broadway, artista trabalhou em filmes e séries de TV como ‘Eloise no Plaza’, ‘As Enroladas Aventuras da Rapunzel’ e ‘American Horror Story’.
Gavin Creel apresenta ‘Hair’, na Broadway, em 2009
Peter Kramer/AP
O ator americano Gavin Creel morreu nesta segunda-feira (30), aos 48 anos. Sua morte acontece dois meses depois de ele receber o diagnóstico de um câncer raro no nervo periférico.
Creel estrelou musicais da Boradway como “Caminhos da Floresta”, “Hair”, “Alô, Dolly!”, além de peças da West End – a clássica rua dos teatros de Londres –, como “Mary Poppins” e “Waitress”.
Ele também trabalhou em filmes e séries de TV, atuando em produções como “Eloise no Plaza”, “O Natal de Eloise”, “As Enroladas Aventuras da Rapunzel” e “American Horror Story.”
Em 2002, ele recebeu sua primeira indicação ao prêmio Tony (o principal troféu do teatro), por “Positivamente Millie”. Oito anos depois, voltou a ser indicado, por “Hair”, e em 2017, levou o Tony de melhor ator coadjuvante, por “Alô, Dolly!”.
Gavin Creel ganha Tony por ‘Alô, Dolly!’, em 2017
Michael Zorn/Invision/AP
“O Tony foi como receber um abraço da comunidade que participo há 20 anos”, disse ele ao jornal americano “The San Francisco Chronicle”, em 2018. “Isso é bom. Eu literalmente não consigo fazer mais nada na minha vida e ainda sou vencedor do Tony. Nunca deixarei de fazer isso.”
Além de trabalhar nos palcos e em frente às câmeras, Creel também chegou a gravar música e apresentar concertos. Inclusive, em “She Loves Me”, ele estrelou o primeiro musical da Broadway transmitido ao vivo.

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Ex-Skank Henrique Portugal tenta se firmar como cantor, com parceria com Zélia Duncan, após EP com big band

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Capa do single ‘No meu paraíso’, de Henrique Portugal
Divulgação
♫ ANÁLISE
♪ Em março de 2023, o Skank saiu de cena na cidade natal de Belo Horizonte (MG) com show apoteótico no estádio conhecido como Mineirão. Dois anos antes dessa derradeira apresentação do Skank, Henrique Portugal – tecladista do quarteto mineiro projetado no início dos anos 1990 – já lançou o primeiro single sem a banda, Razão pra te amar, em parceria com Leoni.
Desde então, o músico vem tentando se firmar como cantor em carreira solo com série de singles que, diferentemente do que foi anunciado em 2021, ainda não viraram um álbum ou mesmo EP solo.
Após sucessivas gravações individuais e duetos com nomes como Frejat e Marcos Valle, Henrique Portugal faz mais uma tentativa com a edição do inédito single No meu paraíso, programado para 18 de outubro. Trata-se da primeira parceria do artista com Zélia Duncan, conexão alinhavada por Leoni há mais de quatro anos.
“Já conhecia Zélia, mas a parceria foi incentivada pelo Leoni. Eu conversei com ela sobre alguns temas, mandei a música e Zélia me devolveu a letra em 15 minutos”, conta Henrique.
O single com registro da canção No meu paraíso sai quatro meses após o EP Henrique Portugal & Solar Big Band (2024), lançado em 7 de junho com o tecladista no posto de vocalista da big band nas abordagens de músicas de Beatles e Roberto Carlos, entre outros nomes.
A rigor, o single No meu paraíso e sobressai mais pelo som pop vintage dos teclados do músico do que pelo canto de Henrique Portugal.
“No meu paraíso / Te quero a princípio / Se nada é perfeito / Me arrisco e me ajeito / Quem dirá que é amor? / Qual olhar começou? / Nesse ‘não’ mora um ‘sim’? / O que eu sei mora em mim”, canta Henrique Portugal, dando voz aos versos da letra escrita por Zélia Duncan em 15 minutos.

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Juiz nega pedido de novo julgamento para armeira de ‘Rust’ condenada por morte de diretora de fotografia

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Hannah Gutierrez-Reed foi considerada culpada pela morte de Halyna Hutchins, atingida por um tiro disparado por uma arma segurada pelo ator Alec Baldwin, em outubro de 2021. Alec Baldwin chora após Justiça anular acusações de homicídio culposo
Um juiz do Novo México negou nesta segunda-feira (30) o pedido da armeira Hannah Gutierrez Reed do filme “Rust” para um novo julgamento e manteve sua condenação por homicídio culposo pela morte da diretora de fotografia Halyna Hutchins em 2021. Gutierrez Reed vai permanecer sob custódia para cumprir o restante de sua sentença de 18 meses.
Hannah Gutierrez-Reed havia carregado o revólver com o qual Baldwin estava ensaiando, em outubro de 2021, durante a filmagem em um rancho do Novo México. Além da morte da diretora de fotografia, o incidente deixou o diretor Joel Souza ferido. A arma estava carregada com munição real e não cenográfica. Além de estrelar “Rust”, o Baldwin também era produtor do filme.
Em seu julgamento, os promotores argumentaram que Hannah violou repetidamente o protocolo de segurança e foi negligente. O advogado de defesa argumentou que ela era o bode expiatório pelas falhas de segurança da administração do set de filmagem e de outros membros da equipe.
Hannah Gutierrez-Reed, ex-armeira de ‘Rust’, comparece a julgamento em 27 de fevereiro pela morte de Halyna Hutchins
Luis Sánchez Saturno/Pool/AFP
Juíza anula acusação de Baldwin
No dia 12 de julho, o ator Alec Baldwin chorou após a Justiça dos Estados Unidos anular as acusações de homicídio culposo. A juíza entendeu que houve má conduta da polícia e dos promotores ao ocultar as provas da defesa.
À Justiça, os advogados do ator afirmaram que as autoridades “enterraram” evidências sobre a origem da bala que matou a diretora. Segundo a defesa, munições reais foram apreendidas como parte das evidências, mas não foram listadas no arquivo das investigações.
Vídeo com Alec Baldwin na gravação de ‘Rust’ é divulgado

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