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Festas e Rodeios

Pimenta Jazz Trio mistura ‘chiclete com banana’ em álbum que vai de Chick Corea a Gordurinha e Rosil Cavalcanti

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Disco do grupo carioca sai em 29 de novembro com cinco recriações entre inéditos temas autorais como ‘Moacir no Jobim’, ‘Miles na Lapa’ e ‘Hermeto 85’. Capa do álbum ‘Pimenta Jazz Trio’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♪ É sintomático que o Jazz Pimenta Trio abra o primeiro álbum do grupo com gravação de Chiclete com banana (Gordurinha e Almira Castilho, 1958), samba amplificado pelo cantor e ritmista paraibano Jackson do Pandeiro (1919 – 1982) em 1959 em disco lançado um ano após o registro original da cantora Odete Amaral (1917 – 1984).
Unindo Brasil e Estados Unidos, Chiclete com banana traduz a mistura do disco intitulado Jazz Pimenta Trio e programado para chegar ao mundo em 29 de novembro em edição da gravadora Kuarup.
No álbum gravado no estúdio Frigideira, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), Guilherme Pimenta (violino, violino barítono, viola de arco e rabeca), Pablo Arruda (contrabaixo acústico) e Daniel Ganc (violão) temperam com brasilidade o jazz que embasa o som do trio carioca formado em 2017.
Com produção musical de Guilherme Pimenta, violonista mineiro residente desde 2014 na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o Pimenta Jazz Trio apresenta cinco temas inéditos da lavra solitária de Guilherme, mentor do grupo.
A safra autoral é composta pelo samba-jazz Miles na Lapa, pela bossa nova Moacir no Jobim, pelo choro Não tinha ninguém, por Hermeto 85 – mix de baião com ijexá – e por Arrasta-pé no mato, tema de tom forrozeiro.
Cinco regravações completam as dez faixas do álbum do Pimenta Jazz Trio. Além do samba Chiclete com banana, o grupo aborda a salsa Armando’s rhumba (Chick Corea, 1976), o coco Sebastiana (Rosil Cavalcanti, 1953), o jazz manouche Miss Teba – tema recorrente nos shows do bandolinista Hamilton de Holanda, autor da composição – e o jazz Take five (Paul Desmond, 1959).
O álbum de estreia do Pimenta Jazz Trio foi mixado e masterizado por Gabriel Vieira.
Pimenta Jazz Trio é formado pelos músicos Guilherme Pimenta, Pablo Arruda e Daniel Ganc
Ighor Albuquerque / Divulgação

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Madonna, Katy Perry, Bruno Mars… por que artistas pop escolheram o Brasil em 2024?

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Ano foi marcado por visitas ‘especiais’ de artistas para promover seus trabalhos. Rosé, Katy Perry, Bruno Mars, Madonna e The Weeknd vieram ao Brasil para ‘ocasiões especiais’ em 2024
Reprodução
A visita surpresa de Beyoncé à Bahia, no fim de 2023, foi quase um presságio sobre o ano que estava por vir. Em 2024, o Brasil foi um destino visado por muitos artistas pop, que escolheram o país para vindas especiais – e acontecimentos que geralmente são reservados ao hemisfério norte.
Afinal, só neste ano:
Madonna fez o maior show da sua carreira na Praia de Copacabana;
The Weeknd fez uma apresentação única e exclusiva, com músicas inéditas, em São Paulo;
Katy Perry escolheu lançar um disco na data de seu show no Rock in Rio;
Bruno Mars fez uma longa passagem pelo Brasil, com direito a aniversário, ida a jogo de futebol e posts especiais;
Rosé, do Blackpink, veio ao Rio de Janeiro para encontrar “Bruninho”, no dia do lançamento da parceria “APT”.
Não é exagero dizer que, em 2024, o “Come to Brazil” foi levado à sério. Artistas entenderam o Brasil não só como um bom local para vender shows, mas como uma das melhores ferramentas de promoção para os seus trabalhos. Mas afinal, o que tem atraído os grandes nomes pop ao Brasil?
O país do engajamento
Trazer um show ou uma oportunidade exclusiva para cá é uma ótima notícia para os fãs brasileiros. Mas se engana quem pensa que a vantagem é somente nossa.
Em tempos de redes sociais, conquistar o Brasil significa ganhar engajamento massivo. Neste ano, quem percebeu isso foi o ator Vincent Martella (“Todo Mundo Odeia o Chris”), que ganhou milhões de seguidores após usar uma camiseta que dizia “Eu sou famoso no Brasil”. O americano, que não é tão famoso nos EUA, arrematou “publis” para a Fanta e o Burger King brasileiro, foi tietado ao vir para o país e deu entrevistas para vários veículos nacionais.
Vincent Martella
Reprodução/Instagram
Foi também em 2024 que a influenciadora americana Courtney Henning Novak viralizou após ler Machado de Assis. Além de ganhar milhares de seguidores, ela visitou o país e publicou vídeos lendo Clarice Lispector, Mário de Andrade, Guimarães Rosa, e até assistindo à novela “Avenida Brasil”. Seus vídeos sobre cultura brasileira têm mais visualizações que os conteúdos sobre outros assuntos.
A prova definitiva da força do engajamento – e da cultura de fãs – no Brasil foi a queda do X. “O fandom de celebridades no mundo todo está em desordem”, escreveu a Associated Press. Já a NBC News disse que “a espinha dorsal da cultura de fãs no Twitter foi quase totalmente silenciada”.
‘Auxílio emergencial’ de artistas internacionais?
Katy Perry levanta bandeira do Brasil
Reprodução/Instagram
Quando Katy Perry marcou seu show no Rock in Rio para a mesma data que lançaria o álbum “143”, ela não sabia que estaria em um momento turbulento na carreira. O que provavelmente imaginava era que aqui encontraria fãs prontos para apoiá-la, tanto no palco quanto fora dele, independentemente de como estivesse sua imagem. Deu certo.
“Katy fez uma apresentação triunfante diante de um mar de pessoas extasiadas no Rock in Rio na noite do lançamento de ‘143’. A multidão cantou junto em alto volume até mesmo o criticado single ‘Woman’s World’”, apontou o site americano especializado em música Pitchfork.
Essa recepção positiva poderia ter acontecido em outros lugares, mas, nesses casos, o Brasil é quase sempre garantia de sucesso. Não à toa, na internet, o país foi apelidado de “auxílio emergencial de artistas internacionais”.
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Mas por que estamos de braços abertos para tantos artistas gringos (até aqueles que não estão em alta)? Para a professora Aianne Amado, doutoranda em Ciências da Comunicação pela USP e especializada em estudar os fãs brasileiros, há uma explicação histórica.
Ela lembra que os brasileiros têm contato com a noção de “estrangeiro” desde o Brasil colônia – e que a hierarquia social dessa época, que valorizava tudo “que vem de fora”, deixa marcas até hoje.
“A família real veio morar aqui, então nós nos formamos a partir de uma economia dependente da colônia. A gente já aprende a olhar para a colônia como o referencial econômico, de cultura e político”, conta. “Os costumes de Portugal, as tradições, tudo isso fica acima. E aí a gente tende a ir em busca desse capital social”.
Para ela, esse sentimento se intensificou após a Segunda Guerra Mundial, com a influência da cultura americana sobre o resto do mundo.
“Hoje, a gente tende a preferir produtos internacionais porque representam uma cultura que aprendemos que é a ideal. A cultura brasileira é riquíssima e subvalorizada no nosso país, enquanto muita gente acha que a cultura externa é melhor por causa de toda essa construção histórica. A gente tende a achar que o que vem de fora é melhor, que o filme internacional é melhor que o filme brasileiro”.
Combine isso à falta de privilégios que o país costuma ter, frequentemente excluído de turnês mundiais e grandes eventos culturais. Quando o Brasil finalmente conquista um lugar na agenda de um admirado artista, trata-se de uma oportunidade de ouro para os fãs, que “competem” para fazer cada vinda valer a pena. E quem ganha é o ídolo.
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A cultura dos fandoms dialoga com a cultura brasileira, e os fãs têm um comportamento similar às torcidas de futebol: são práticas enraizadas na paixão, que movimentam a economia.
Segundo um estudo deste ano da consultoria de marketing Monks, em parceria com o instituto de pesquisa comportamental Floatvibes, 38% dos brasileiros se dizem fãs de alguém. Eles gastam, em média, R$ 199,41 por mês com produtos ou experiências relacionadas aos seus ídolos (ingressos, álbuns, itens de merchandising, entre outros).
Entre os fãs questionados, 37% afirmam acreditar que a dedicação ao ídolo pode ser medida pela quantidade de dinheiro gasto para alimentar a relação com ele.
Tudo isso se converte em um retorno valioso para os artistas. “Mercadologicamente, é óbvio que faz muito sentido porque é uma publicidade ‘gratuita’ para eles. O boca a boca do brasileiro faz muito sentido. E comercialmente também, no sentido de vendas, de circulação, de engajamento digital”, acrescenta Aianne.
Bruno Mars
Reprodução/Instagram
Jeitinho brasileiro
No filme “Bohemian Rhapsody”, baseado na história real do Queen, Freddie Mercury mostra à sua namorada, Mary, o show da banda no Rock in Rio de 1985. Ele aponta para a televisão e diz: “Eu não sabia se entendiam uma palavra do que eu dizia. De repente… Todos cantando. Milhares deles”.
A cena, inspirada em relatos verdadeiros da banda, relembra um traço essencial do nosso país. Vários motivos mercadológicos atraem artistas ao Brasil, mas um “jeitinho brasileiro” marca os shows feitos aqui. Quando milhares de pessoas de outro país entoam cada verso de cada música, isso serve como uma “consolidação” do tamanho do artista – para ele mesmo e para o mundo.
“Vocês sempre estiveram lá por mim. Aquela bandeira, aquela bandeira verde e amarela, eu a vejo em todos os lugares. Eu a sinto em meu coração”, disse Madonna no show em Copacabana.
A forma que o público brasileiro trata os shows – com calor e entusiasmo – é, por exemplo, um dos fatores que transformou o show da Madonna em um misto de “evento de Copa do Mundo, carnaval de rua e celebração de Ano Novo combinados”, como descreveu o New York Times. Afinal, trata-se de um público habituado às festas com grandes multidões (não à toa, 4 dos 10 shows com o maior público na história aconteceram no Brasil).
Fã de Madonna, Ernesto Magalhães se veste de ‘Material Girl’ para show em Copacabana
Thaís Espírito Santo/g1 Rio
Aianne diz que não sabe quantificar, “em termos científicos”, por que há tanto calor nas plateias brasileiras. “Eu acho que é uma característica do nosso povo. O calor, a alegria, o abraço brasileiro é diferente de outros lugares. Já tentei procurar em antropólogos, sociólogos, mas quantificar isso é uma dificuldade que eu ainda tenho”.
“O brasileiro sabe que tem um diferencial e gosta de mostrar isso. Temos orgulho em receber o titulo de ‘melhores fãs do mundo’ e fazemos de tudo para mantê-lo. É uma validação importantíssima para nós”, completa.
No fim das contas, vir ao Brasil rende engajamento, mídia espontânea e fortalece a relação fã-artista. Mas, sobretudo, cria momentos inesquecíveis: um festival como o Rock in Rio, por exemplo, lotado de fãs com a letra na ponta da língua, é difícil de replicar. Tem coisa que só tem no Brasil.

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‘Ainda estou aqui’ estreia com aviso contra ditaduras: ‘democracia é falha, mas é o melhor que temos’, diz Fernanda Torres

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Estreia desta quinta-feira (7) é a melhor chance do Brasil em receber indicação a Oscar em 20 anos: ‘Só não quero que a pessoa ache que, se não vier o prêmio, o filme perdeu’, afirma atriz. Fernanda Torres e Selton Mello falam sobre ‘Ainda estou aqui’
“Ainda estou aqui” finalmente estreia nesta quinta-feira (7) nos cinemas brasileiros – e é difícil lembrar de um filme nacional que tenha gerado tanta expectativa nos últimos anos.
Mas não é difícil de entender. A adaptação do livro de mesmo nome de Marcelo Rubens Paiva é:
a maior chance do país receber mais uma indicação ao Oscar de melhor filme internacional desde “Central do Brasil”, em 1999;
o reencontro – mesmo que breve – da grande dupla desse clássico, o diretor Walter Salles e a atriz Fernanda Montenegro;
e um aviso sobre as atrações e os perigos de governos autoritários, segundo a protagonista, Fernanda Torres. Assista ao vídeo acima.
Para a atriz de 59 anos, gerações mais jovens não se lembram de como era a ditadura militar. De fato, se for considerado que o regime acabou em 1985, dos millennials em diante ninguém cresceu com a repressão.
“A democracia também não conseguiu resolver a desigualdade, o ensino público, a saúde, a segurança. Eu acho que teve toda uma geração que veio que uma hora começou a pensar: ‘será que o problema não é a democracia?'”, diz Torres em entrevista ao g1.
“Eu tenho certeza que esse cara, que cresceu em um país democrático, com todos os seus problemas, eu digo para ele: ‘Eu juro para você que a democracia é falha, mas é o melhor que temos’.”
“E eu acho que esse filme ajuda a essas pessoas a entenderem o que é viver em um país arbitrário, em um país no qual o governo faz atos tão injustos quanto matar o seu pai, levar sua irmã de 15 anos para um prisão e torturar pessoas.”
Selton Mello, seu principal parceiro de cena, concorda. “É um filme necessário”, afirma o ator.
“Eu não preciso ir muito longe, não. Eu tenho 51 anos. Eu cresci em um ambiente familiar em que eu não tive essa percepção. O meu pai chamava de ‘revolução’. E aí, ator, adulto, é que eu fui entender o que era aquilo. Inclusive para dizer: ‘Pai, não foi uma revolução’.”
G1 já viu: ‘Ainda estou aqui’ faz de história pessoal inspiradora um sensível alerta contra o fascismo
Fernanda Torres em cena de ‘Ainda estou aqui’
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Por Eunice
Premiado no Festival de Veneza, o roteiro de Murilo Hauser e Heitor Lorega se baseia no livro de memórias para contar a história da mãe do escritor, Eunice Paiva.
Com a interpretação de Torres, o público acompanha a transformação da protagonista – uma dona de casa dos anos 1970, mãe de cinco filhos – em uma das maiores ativistas dos Direitos Humanos do país após o assassinato do marido, o ex-deputado Rubens Paiva (Mello), pela ditadura militar.
A atuação elogiada lidera uma obra que tem recebido diversos elogios da crítica internacional. O suficiente para colocá-lo entre os favoritos para receber uma indicação ao Oscar de melhor filme internacional e até sonhar com outras categorias.
Publicações especializadas, como a revista “Variety”, colocam Salles, Torres e os roteiristas entre possíveis surpresas.
“Eu só não quero que a pessoa ache que se não vier o prêmio, que o filme perdeu” fala Torres, que prefere ter cautela com a empolgação.
Selton Mello e Fernanda Torres em cena de ‘Ainda estou aqui’
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“Ele tem que entender que um filme brasileiro, com o que está acontecendo, já é um acontecimento.”
Para ela, por mais que premiações ajudem a popularizar o filme com o público brasileiro – há quem fale até em uma correção da injustiça quando sua mãe perdeu em 1999 –, isso acontece sem a necessidade da estatueta.
“Para isso não precisa o prêmio. Isso já está acontecendo. Pessoas que não falam de cinema – porque o Brasil vive um processo de amor e ódio com o próprio cinema, né? Tem levas de amor profundo e levas de… Isso eu já sinto com o cara da esquina. Ele sabe do filme, né?”
O primeiro passo o público conhece em 17 de dezembro, quando a Academia de Cinema de Hollywood divulga uma pré-lista. A última vez em que o Brasil conseguiu chegar a essa etapa foi em 2008, com “O ano em que meus pais saíram de férias”.
A lista final, com os indicados, é anunciada um mês depois, em 17 de dezembro de 2025. A cerimônia do Oscar acontece em 2 de março.
Orgulho nacional
Para Mello, “Ainda estou aqui” faz parte de uma onda de grandes produções nacionais, que recuperam uma alegria pelo cinema brasileiro.
“Só de resgatar, ou de ter esse orgulho do nosso cinema, meu Deus, isso é maravilhoso. Em um ano riquíssimo. Filmes premiados”, diz ele, empolgado.
“Vou citar alguns: ‘Baby’, do Marcelo Caetano, na Semana da Crítica em Cannes, o Karim Aïnouz, na competição oficial, ‘Malu’, filme do Pedro Freire, em Sundance, Juliana Rojas ganhou prêmio em Berlim, Mari Brennand, em Veneza, Kleber (Mendonça Filho) filmando, indo para o ano que vem.”
No fim, lembra até de fazer uma breve (e necessária autopropaganda).
“Uma safra maravilhosa, e que nós fazemos parte dela. E vem ‘Auto da Compadecida 2’ aí, que ainda é grande, comercial, brasileiro. Um acontecimento.”
A continuação, estrelada mais uma vez por ele e Matheus Nachtergaele, tem estreia prevista para 25 de dezembro.
Guilherme Silveira, Selton Mello, Cora Ramalho e Fernanda Torres em cena de ‘Ainda Estou Aqui’
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Juçara Marçal, Arnaldo Antunes, Tulipa Ruiz e Romulo Fróes compõem sobre a Avenida Paulista para trilha de teatro

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♪ Uma das principais vias da cidade de São Paulo (SP), a Avenida Paulista já inspirou compositores como Eduardo Gudin e J.C. Costa Neto, parceiros na criação de Paulista (1990), música lançada na voz da cantora Vânia Bastos. O cancioneiro sobre a avenida será ampliado a partir de 2025.
A convite do encenador Felipe Hirsch, nada menos do que 15 compositores nascidos e/ou residentes em São Paulo – Alzira E, Arnaldo Antunes, DJ K, Jéssica Caitano, Juçara Marçal (foto), Kiko Dinucci, Maria Beraldo, Maria Esmeralda, Maurício Pereira, Negro Leo, Nuno Ramos, Rodrigo Campos, Rodrigo Ogi, Romulo Fróes e Tulipa Ruiz – compuseram músicas sobre a via para a trilha sonora do próximo espetáculo de teatro dirigido por Hirsch, Avenida Paulista – Da Consolação ao Paraíso.
A estreia da peça está prevista para fevereiro no Teatro do Sesi de São Paulo. Arthur de Faria assina a trilha sonora do espetáculo. A direção musical é de Maria Beraldo, também compositora de tema inédito incluído na trilha.

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